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domingo, 30 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO, AMIGOS!


Cr:onica -ANO NOVO
                                              Edward de Sousa

O ano de 2012 chega ao poente à espera do alvorecer de 2013. Entre o ocaso e o romper da aurora, noites estreladas de um verão vivo. Vamos deixar aflorar nossas virtudes. Vamos aplaudir a chegada dos novos tempos, muitos dias para saborear a vida em 2013.
Nossa nova jornada será, certamente, de sucesso, de colheita de sorrisos e conquistas. Dias para rever a beleza que nos rodeia, para abraçar os amigos, cantar, sentir o aroma das plantas e agradecer ao criador. Resta-nos renovar nossos espíritos, deixar que a água do mar, mesmo a da torneira, toque nosso corpo para nos lembrar que vamos recomeçar com ânimo a caminhada rumo a um futuro pleno de luz. O sol do amanhã nos embala e nos convida para uma grande e agradável aventura.
Eu sempre me impressiono com o poder da palavra escrita. Escrever, para mim, é o que mais se aproxima de um ato de fé. Nesse final de ano, coloque seus sonhos, os mais loucos, os mais atrevidos, os mais coloridos, em uma folha branca de papel. Deixe a lista acessível. Pegue nela pelo menos uma vez por semana. Mantenha contato com a sua fantasia. Ela pode virar realidade.
Eu gosto da Véspera do Ano Novo. Sempre gostei. Gosto de imaginar as pessoas espalhadas pelo mundo inteiro, em seus fusos horários diferentes, cheias de esperança e de otimismo. Nem que seja somente durante as 12 badaladas. A chegada do Ano Novo é marcada pela esperança. E é disso que mais se precisa no mundo de hoje.
Apesar das previsões não muito otimistas e sérios problemas, principalmente a questão do aquecimento global, dos conflitos e da fome que assola algumas nações, vamos abrir o portal do novo ano com vontade de ser feliz, porque isso é do que precisamos para recomeçar. Tenhamos a alma leve e seja cada coração como uma pluma, sem rancores, sem raiva, sem más recordações de pessoas que nos machucaram.
Que possamos suavizar a caminhada, nossa e dos outros, com atitudes de delicadeza, com gentileza, palavras boas, gestos ternos. Tenhamos os braços abertos para o amor e uma coexistência pacífica com tudo que nos cerca, com todos os seres da natureza e com todas as pessoas das nossas relações. Que queiramos nos harmonizar com todos e seguir em frente sem mágoas do passado. Que a compreensão seja uma prática, não apenas uma intenção e a vida branda, suave como um bebê adormecido e nós, sábios como um ancião de muitas certezas. E seja o nosso caminho feito de carinho, que é o delicado apelido do amor.
Prepare as simpatias para apagar o passado e saudar o futuro que desponta no horizonte. Romãs, uvas, louros, fogos. Para quem não acredita em viagens e não se deixa enredar nas teias da superstição, nada é preciso para abrir as portas do amanhã. Nem mesmo um pé-de-cabra. Basta caminhar, cabeça erguida, com a certeza de que somos capazes de construir a realidade de nossos sonhos, de que temos determinação para superar obstáculos sem se intimidar com a sombra de eventuais problemas.
A idade do tempo ultrapassa a contagem, os compromissos... E logo mais vem o carnaval e a alegria se derramará sobre os foliões. No aguardo da diversão vindoura é preciso pensar nas crianças, educá-las para que sejam úteis e possam contribuir para o nascimento de um novo mundo, mais justo, sem a ganância dos especuladores, mais voltado para a convivência harmoniosa entre os povos. Mas fica vedada a preguiça. Quem espera sentado não vê o cavalo passar, não avista o barco se afastar mar adentro, deixa a vida escorrer como um rio. Vamos à luta que venceremos.
Tenham um ótimo viajar em 2013, com dias maravilhosos e muitas vitórias. Que o Ano Novo venha recheado com muita saúde, amor e paz. O resto virá por acréscimo. Que Deus abençoe a todos. Que assim seja e assim se faça!

FELIZ NOVO ANO!

Parabéns primo, linda cronica!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Protegendo o casamento

Recebi por email, achei muito bom para refletir...
Hoje não esta facil manter um casamento.. mesmo na igreja...
temos que ter o cuidado tanto casados como solteiros... prestem atenção..

Proteja Seu Casamento
Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

Muitas vezes um casamento vai bem, e acaba abalado por causa de um relacionamento inesperado com uma terceira pessoa. Começa de maneira inocente e agradável, torna-se cada vez mais envolvente. Por fim, traz complicações e desgraças para muita gente.

Não foi um acidente ou ''um grande amor que surgiu''. Foi um relacionamento do qual o casamento deveria ter sido protegido. Não seja ingênuo pensando que isto só acontece com os outros. Muita gente boa já caiu exatamente por ser ingênua assim. Lembre-se de 1 Coríntios 10.12. Por isso, proteja eu casamento... Eis algumas dicas:

§ Tenha bom senso com suas companhias

Evite gastar tempo desnecessário com alguém do sexo oposto. Muitos casos surgem por não se agir assim. Um executivo precisa de aulas particulares de inglês e contrata uma jovem professora. Contrate um homem. Não significa que cada contato com alguém do sexo oposto seja porta para o adultério. Significa evitar oportunidades para cair. Companhia contínua cria intimidade. Intimidade com o sexo oposto traz problemas.

§ Tome cuidado com as confidências

A pessoa mais íntima de alguém deve ser seu cônjuge. Segundo a Bíblia, são “uma só carne”, isto é, uma só pessoa. Se há aspectos de seu relacionamento que você não pode compartilhar com esposo(a) e compartilha com alguém do sexo oposto, a coisa está ruim. As pessoas tendem a se solidarizar com quem sofre e a proximidade emocional se torna perigosa. Um homem que se queixa de sua esposa para outra mulher está traçando um caminho perigoso. Isto vale para quem faz e para quem ouve confidências.

§ Evite momentos a sós

Decida não ter momentos privados com alguém do sexo oposto. Se um(a) colega de trabalho pedir para ter um almoço com você, convide uma terceira pessoa. Se necessário, não se constranja em compartilhar os limites que você e seu cônjuge concordaram ter no seu casamento. É melhor ser visto como rude que vir a cair em pecado.

§ Vigie seus pensamentos

Cuidado com o que pensa. Se você só se detém nos defeitos de seu cônjuge, qualquer outro homem ou mulher parecerá melhor. Faça uma lista das coisas que inicialmente lhe atraíram em seu cônjuge. Aumente o positivo e diminua o negativo. Evite filmes, conversas, sites e literatura que apologizam o adultério. Lembre de Colossenses 3.2.

§ Evite comparações

Um homem trabalha com uma mulher perfumada, maquiada, bem vestida. Em casa encontra a esposa, com criança no colo, cabelo desfeito, banho por tomar. Uma mulher encontra um homem compreensivo com quem pode se abrir, e se sente mais à vontade com ele do que com o esposo. Ignoraram situações e contextos diferentes. Foram iludidos pelo irreal. Lembre-se do pródigo: o mundo lhe era fascinante, mas terminou num chiqueiro. As aparências iludem, porque o mundo em que vivemos em casa é o real. O mundo de relacionamentos fora de casa é sempre artificial.

§ Evite a síndrome do retorno

É a idéia de que a vida sentimental e sexual caiu na rotina, e agora, a pessoa “renasceu”. Já vi inúmeros casos assim: “Eu renasci”, ou “Eu me senti jovem de novo”. Não banque o adolescente. Você é um adulto com responsabilidades e com uma pessoa com quem partilha a vida. Construa sua vida com seu cônjuge. Se sua vida conjugal se “fossilizou”, há outros caminhos. Revigore-a com seu cônjuge. Há pessoas que sempre se fossilizam e pulam de relacionamento em relacionamento, procurando o que não produzem. Temos o que produzimos.

§ Ponha seu coração no seu lar

A solidez do casamento vem pelo tempo que os cônjuges gastam juntos. Conversas, risos, passeios, programas comuns. Se você não sai com seu cônjuge, marque datas para os próximos meses. Vocês devem ter um ao outro como o melhor companheiro. Mantenham o clima de namoro: querer estar junto com a pessoa. Orem juntos. Dificilmente duas pessoas que oram juntas brigarão entre si. Sejam parceiros espirituais.

§ Invista em seu cônjuge

O marido da mulher virtuosa é conhecido quando se levanta em público (Pv 31.23). A idéia é que ele está bem vestido e vê o caráter dela pela roupa dele. Uma boa esposa é um bom tesouro (Pv 18.22). De bom tesouro cuida-se e evita-se perdê-lo. Marido: mulher bem tratada é um grande investimento; o retorno emocional é garantido. Mulher: marido bem tratado é um grande investimento; o retorno emocional é garantido.

§ Busque ajuda

Havendo problemas, busque ajuda. Primeiro em Deus. Lembre-se de Tiago 1.5. Busque orientação de pessoas mais experientes ou de seu pastor. Evite que o problema se avolume. Evite conselhos de gente que não tem o que dizer. Os amigos de Roboão lhe deram maus conselhos (1Rs 12.6-12). Nesta busca de ajuda, evite por mais lenha na fogueira. Evite também raiz de amargura (Hb 12.15). Busque ajuda e não um juiz a seu favor.

§ Conclusão

Bons casamentos não acontecem por acaso. São produto de muito trabalho e da graça de Deus. Boa parte do trabalho é investimento emocional no relacionamento conjugal. “Vender a alma” para o cônjuge. Mas investir sem proteger é problemático. É preciso levantar cercas contra os problemas externos, porque os internos são mais vistos e os dois os vivenciam. Não permita brechas. Não dê armas ao inimigo.

Publicação do Jornal Ágape de Limeira-SP – 2ª quinzena de janeiro/2011.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Estações



" Se você desistir no Inverno, perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono."
“Um homem tinha quatro filhos.
Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado e, por isso, mandou cada um em uma viagem, para observar uma pereira que estava plantada em um distante local...
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono.
Todos partiram e, ao retornarem, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que não. Que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou: disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto. 
O último filho discordou de todos eles: disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...
O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque haviam visto apenas uma estação da vida da árvore... 
Afirmou então que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação.
Que a essência, o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida devem ser medidos apenas ao final, quando todas as estações estão completas.” 
Credito: Desconheço, pois recebi em email.

Photobucket

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O mar

Você sabe por quê o mar é tão grande
Tão imenso
Tão poderoso
É porque teve a humildade de colocar-se
alguns centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro;
centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair,
a errar e a morrer.

Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar,
ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer
a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue
receber com a mesma naturalidade

o ganho e a perda...
o acerto e o erro...
o triunfo e a queda....
a vida e a morte.
* por Paulo Roberto Gaefke
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terça-feira, 15 de junho de 2010

Uma história budista


Em Busca do Boi
(Autoria Desconhecida)

Conta uma história da tradição budista que, um monge entrou em
um vilarejo montado em um boi, e os habitantes da vila lhe perguntaram onde
estava indo.
Ele então respondeu que estava em busca de um boi.
As pessoas se entreolharam, intrigadas, e então começaram a
rir. O monge se foi. No dia seguinte, de novo montando um boi, o monge voltou ao
vilarejo. E de novo as pessoas lhe perguntaram o que buscava.
"Procuro um boi", foi novamente a resposta. Outra vez o monge
se foi, em meio ao riso de todos.
No terceiro dia o fato se repetiu:
- "O que busca?"
E o monge, montado no boi, disse ser um boi o que buscava. Só
que a piada já perdera a sua graça e as pessoas protestaram, dizendo:
- "Olhe aqui, você é um monge, supostamente uma pessoa santa,
sábia, e mesmo assim você vem aqui à procura de um boi quando, o tempo todo, é
sobre um boi que você esta sentado."
Ao que replicou o monge:
- "Também assim é a sua procura de Deus."
E assim é conosco. Tantas e tantas vezes saímos em busca de
algo que estava conosco o tempo todo, sem que nos déssemos conta. Achamos que a
nossa realização está em outro trabalho, outra profissão, outra família, outros
amigos... E chegamos por vezes a partir em uma busca inútil quando, se
olhássemos com um pouco mais de atenção - talvez com um pouco mais de boa
vontade - para aquilo que já temos, descobriríamos que o" boi"que
tanto procurávamos estava nos carregando todo o tempo.
É preciso olhar para frente, sim, traçar metas, segui-las. Mas
sem perder a noção do potencial de realização e felicidade que esta bem aqui, na
nossa realidade presente.
Se você aprender a olhar para sua própria vida, pode descobrir
que sua esposa, ou seu marido, ainda conserva muito daquilo que fez você se
apaixonar há 10, 20, 50 anos.
Que sua profissão continua tendo muito em comum com suas idéias
de vida - apesar de seu desgaste, de seu cansaço.
Que seu trabalho ainda guarda chances e as perspectivas que
tanto prometiam. Estão apenas um tanto encobertas pela poeira do tempo que
passou, enquanto você esteve ocupado demais para aproveitá-las.

A felicidade precisa ser perseguida. Mas
muitas, muitas vezes, sofremos e choramos sentados sobre ela.

Crédito: desconheço a autoria (retirado de um email)

sábado, 17 de outubro de 2009

Do bom e do melhor


Olá!
Recebi esse artigo por email, de uma amiga querida, a Cleo, e, achei muito bom, alem de vir de encontro à maneira como penso, dai o motivo para compartilhar com voces.
DO BOM E DO MELHOR

Estamos obcecados com "o melhor".. Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos.
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo.
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do "melhor" a gente nem percebeu?
(Leila Ferreira é uma jornalista mineira com mestrado em Letras e doutorado em Comunicação)